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Actividade 06: Pontos de acesso de Biodiversidade em Cabo Verde

Pontos de acessos de biodiversidade, taxa e fatores ambientais em Cabo Verde

Objetivo: Inter-relações entre pontos de acesso de biodiversidade, taxa e fatores ambientais em Cabo Verde
Resultados da aprendizagem: Os alunos são capazes de descrever os termos ponto de acesso de biodiversidade e taxa, assim como descrever a influência de fatores ambientais na quantidade de taxa
Conhecimento prévio: Os alunos estão familiarizados com os termos biodiversidade e plantas endémicas.
Duração: 20 min
Materiais / Condições: Acesso à internet
Métodos / Técnicas: Observação, descrição, comparação e análise
Assunto de aprendizagem: Biodiversidade / Modulo I: Introdução a biodiversidade / Nível: Primeiro contacto.


Introdução:
Nesta unidade, lidaremos com os termos pontos de acesso de biodiversidade e taxa, e analisaremos que influencias fatores ambientais como clima e altitude exercem nos pontos de acesso de biodiversidade e taxas.

Instrução:
1. Procure na internet (por exemplo, Wikipédia) pelos termos a) Ponto de acesso de biodiversidade e b) Taxa. Apresente uma definição desses dois termos nas suas próprias palavras.
2. Cabo Verde situa-se numa das áreas do mundo definidas como ponto de acesso de biodiversidade. Observe o mapa (Material 1 secção de recursos). O que notaste sobre a distribuição global de pontos de acesso de biodiversidade?
3. No entanto, há grandes diferenças de biodiversidade nas diferentes ilhas de Cabo Verde. Santo Antão apresenta uma enorme quantidade de biodiversidade com uma taxa de 477 persente na ilha. Em comparação, Sal só apresenta uma taxa de 147 (cf. Duarte et al.2007). Procure mais informações na internet sobre essas duas ilhas e dê rasões para a diferença de taxas.
(Fonte: Duarte, M.C., Rego, F., Romeiras, M.M. & Moreira, I. (2008): Plant species richness in the Cape Verde Islands – eco-geographical determinants. Biodiversity Conservation 17: 453–466. Access via: http://www.springerlink.com/content/f2qm1u777n1g7171


Recursos:
Material 1: Distribuição global de pontos de acesso de biodiversidade

Fonte dos materiais: https://en.wikipedia.org/wiki/Biodiversity_hotspot#/media/File:Biodiversity_Hotspots.svg last access 04.09.2015

Resultados possíveis / Resultados:
1. a) Para se qualificar como um ponto de acesso de biodiversidade no Myers edição de 2000 do mapa de pontos de acesso, uma região deve obedecer dois critérios estritos: deve de conter pelo menos 0.5% ou 1,500 espécies de plantas vasculares como endémicas, e deve ter perdido pelo menos 70% da sua vegetação inicial. Há 35 áreas ao redor do mundo que se qualificam sob essa definição, e nove outras possiveis candidatas. Esses locais abrigam cerca de 60% das espécies de plantas, aves, mamíferos, répteis e anfíbios do mundo com uma proporção muito elevada de espécies endémicas.
1. b) Na biologia, taxas são um grupo de uma ou mais populações de um organismo ou organismos, vistos pelos taxonomistas, para formar uma unidade.
2. Localização dos pontos de acesso: muitas vezes densamente povoadas, áreas costeiras, habitualmente perto do equador, zona tropical e subtropical → alta quantidade de precipitação.
3. Razões para as diferenças:
- Sal é mais pequeno que Santo Antão e menos elevado
- Sal: muito espaço usado para o turismo (em contraste com Santo Antão)
- Dificilmente há precipitação no Sal
- Santo Antão: área montanhosa (até 2000 metros acima do nível do mar) muita precipitação no Norte e no Leste da ilha → diferentes zonas climáticas → biodiversidade elevada.


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Autor: Jan-Philipp Rumpold

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